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Recordamos o “O COMBATE DO CÔA – 24 DE JULHO DE 1810

A DIVISÃO DE INFANTARIA LIGEIRA NO INÍCIO DA INVASÃO DE MASSENA”
Quando o marechal Massena, em Julho de 1810, começou a sua invasão de Portugal, encontrou logo pela frente uma formação do exército Anglo-Português de Wellington disposta num esporão de terreno que da fortaleza de Almeida se prolonga para sudeste até às proximidades da aldeia de Junça, com o rio Côa a retaguarda. Essa formação apresentava uma inovação tática para a época, pois era uma divisão inteiramente composta de unidades de infantaria e cavalaria ligeiras, explorando a sua grande mobilidade no terreno, dotada de armas de tiro preciso e de longo alcance (carabinas de cano estriado ou rifles) em que a constante descentralização de comando e ação confiava na capacidade de iniciativa e combate individual de sub-unidades treinadas nesse sentido. Era composta por batalhões dos Regimentos 48.° e 51.° de infantaria ligeira e o 95.° Rifles britânicos, Caçadores 1.° e 3.° portugueses, sendo a cavalaria ligeira representada pelos 1.° de Hussardos da King´s German Legion, alemão, e os 14.° e 16.° Regimentos de Dragões Ligeiros britânicos incluindo uma bateria de cavalaria volante ou a cavalo (Royal Horse Artillery) britânica. Comandada pelo lendário general Robert Craufurd, esta divisão virá a travar o primeiro combate de resistência aliada aos franceses em ações de grande mobilidade táctica na Guerra Peninsular.

Referência: Santo, Espírito Gabriel; “O COMBATE DO CÔA 24 DE JULHO DE 1810 A DIVISÃO DE INFANTARIA LIGEIRA NO INÍCIO DA INVASÃO DE MASSENA”; Tribuna da História – Edição de Livros e Revistas, Unipessoal Lda

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