Faltam dois dias para iniciarmos a Recriação Histórica do Cerco de Almeida!
Jean-Baptiste Barrès narra, em suas memórias, a explosão do Castelo de Almeida.
“Durante o cerco de Almeida fui duas vezes destacado para essa vila, depois para Rodrigo, a fim de escoltar as colunas militares. Encontrava-me aí na noite em que começou a troar o fogo das nossas peças, que provocou uma explosão medonha nos paióis de pólvora. Não é possível fazer-se uma ideia justa da intensidade das detonações, do abalo geral do ar, da enorme coluna de fogo, da fumarada, das pedras que foram atiradas pelos ares. Pedras e cadáveres foram lançados até às nossas linhas. Este acontecimento teve lugar em 26 de agosto, a vila foi ocupada a 27”.
Imagem 1: Explosão do Castelo de Almeida – vista das trincheiras francesas.
Imagem 2: Fosso do Castelo de Almeida atualmente
Referências Bibliográficas:
Memórias de Um Oficial do Grande Exército – Jean-Baptiste Barrès Linhas de Torres Vedras: memórias francesas sobre a III invasão / introd. António Ventura; trad. Maria da Luz Veloso; rev. Alice Araújo. – Lisboa: Livros Horizonte, 2010. pág, 25.







