Apresentação do Concurso Internacional REVIVE – Quartel das Esquadras, Almeida

Almeida | 17h00

O programa REVIVE continua a abrir portas à requalificação e valorização do património histórico de Portugal! A próxima etapa dá-se em Almeida, com a apresentação do concurso internacional para a concessão do Quartel das Esquadras.

A sessão contará com a presença de:

  • Eng. António Machado, Presidente da Câmara Municipal de Almeida
  • Dr.ªTeresa Monteiro, Vice-Presidente do Turismo de Portugal, I.P.
  • Dr. Pedro Machado, Secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços

#municipioalmeida

Cerco de Almeida 2025

Estas são as Tabernas Oitocentistas onde poderá saborear a gastronomia local.

#municipioalmeida

CERCO ALMEIDA 2025 | 29 Agosto

Hoje tem início a 20ª edição da Recriação Histórica do Cerco de Almeida!

Vista-se à época e participe nesta viagem oitocentista!

17H00 – Hastear das bandeiras dos países participantes | Local -> Câmara Municipal de Almeida

18H00 a 00H00 – Abertura e Inauguração do Mercado Oitocentista “Reviver tempos passados, com mercadores, artesãos e artíficies..” | Local -> Mercado Oitocentista

19H00 – Arriar das bandeiras | Local -> Câmara Municipal de Almeida

19H00 a 02H00 – “Para petiscar ou manjar, uma taberna tem que procurar” | Local -> Terreiro do Poço do Rancho

19H30 – O Festim das Limonadas | Mostra e Prova de limonadas, com Catarina Carvalho | Local -> Tenda da Biscoitaria – Praça da Liberdade

21H00 – Comédia Musical | Local -> Escadaria do Antigo Quartel das Esquadras

22H00 – Baile e Sarau Cultural Oitocentista “A Paz na Europa” | Local -> Praça Dr. Casimiro Matias

00H00 – Atuação de Charanga | Local -> Pelo Centro Histórico de Almeida

Programa completo do evento AQUI

#municipioalmeida

A Recriação Histórica do Cerco de Almeida é um conjunto de histórias bem urdidas que contribuem para a salvaguarda do Património e da História do Território, do Sítio e da sua Praça-Forte.

Se passear pela Rua Dr. Chegão, verá que a decoração brinda à Saúde dos Recriadores numa clara homenagem àqueles que têm participado e celebrado a História connosco, sendo simultaneamente uma alusão ao topónimo, lembrando o Dr. Chegão, um renomado médico da Vila.

Virando à esquerda a caminho da Rua de Entretendas, na Rua Comendador Cardoso, temos Quadras Soltas, com uma instalação aérea a rememorar o Património Cultural e Musical de Riba-Côa.

Ao continuar pela mesma rua, no sentido da Praça da Liberdade (Câmara Municipal e Tribunal), lembramos a azáfama do mercado da Praça de S. João e aí mostramos um bonito estendal de várias cordas com roupas da época, como que saídas de um baú

Descendo a Praça, passe na Rua do Antigo Convento e aí recordamos o antigo convento das Freiras do Loreto, lembrando e assinalando a música.

Na Rua da Girota, homenageamos os soldados e o Giro do final da Ronda.

Na Rua Conselheiro Hintze Ribeiro, recordamos 21 anos de cerco e os 21 cartazes.

Na Rua Direita, lembramos e celebramos as mulheres e a sua importância, as mulheres de várias guerras, mulheres de luta e de coragem que combateram em várias frentes… Lembramos as mulheres de armas. 

Este ano, no Mercado do Queijo, estará o “Espaço Família” com atividades lúdicas, espetáculos para os mais pequenos e diversão garantida para todos, e uma personagem especial dar-te-á as boas vindas…

Cerco de Almeida 2025 | Promoção de 50%

Nas comemorações do 21º Cerco de Almeida, selecionamos algumas publicações de edição Municipal sobre a temática, aproveite a promoção de 50% de desconto na Coleção Bicentenário da Guerra Peninsular Revista CEAMA.

Esta promoção é válida nos seguintes postos de venda:

  • Biblioteca Municipal Maria Natércia Ruivo (BMMNR)
  • Centro Interpretativo da Rota das Fortalezas Abaluartadas da Raia (CI)
  • Museu Histórico Militar de Almeida (MHMA)
  • Turismo Municipal de Almeida

#municipioalmeida

Faltam dois dias para iniciarmos a Recriação Histórica do Cerco de Almeida!

Jean-Baptiste Barrès narra, em suas memórias, a explosão do Castelo de Almeida.

“Durante o cerco de Almeida fui duas vezes destacado para essa vila, depois para Rodrigo, a fim de escoltar as colunas militares. Encontrava-me aí na noite em que começou a troar o fogo das nossas peças, que provocou uma explosão medonha nos paióis de pólvora. Não é possível fazer-se uma ideia justa da intensidade das detonações, do abalo geral do ar, da enorme coluna de fogo, da fumarada, das pedras que foram atiradas pelos ares. Pedras e cadáveres foram lançados até às nossas linhas. Este acontecimento teve lugar em 26 de agosto, a vila foi ocupada a 27”.

Imagem 1: Explosão do Castelo de Almeida  – vista das trincheiras francesas.

Imagem 2: Fosso do Castelo de Almeida atualmente

Referências Bibliográficas:

Memórias de Um Oficial do Grande Exército – Jean-Baptiste Barrès Linhas de Torres Vedras: memórias francesas sobre a III invasão / introd. António Ventura; trad. Maria da Luz Veloso; rev. Alice Araújo. – Lisboa: Livros Horizonte, 2010. pág, 25.

Programa CLDS 5G "Almeida + Inclusiva"

Eixo 2 – Combate à pobreza e à exclusão social das crianças e dos jovens, promotor de uma efetiva garantia para a infância.

Ação nº3 – Dinamizar

Atividade 2 – TOC´Andar

No âmbito do Programa CLDS 5G, em colaboração com a Componente de Apoio à Família, dinamizou-se no dia 25 de agosto, junto das crianças, um dia repleto de animação.

Piscina é sinónimo de verão e, não faltou animação!

Um dia de pura energia e felicidade foi passado na piscina. 

Um dia que se transformou num espaço de descobertas e diversão sem fim. Entre jogos aquáticos, espaço livre para a brincadeira, momentos de descontração e convívio entre as crianças, não faltaram saltos cheios de coragem e mergulhos que espalharam gargalhadas. Cada sorriso refletido no rosto foi a prova de que a alegria está nas pequenas coisas: na amizade, na partilha e no simples prazer de brincar. 

Mais do que atividades aquáticas, foi um mergulho no companheirismo e na leveza de ser criança. 

Um trabalho com, e para as pessoas

O CLDS 5G “Almeida + Inclusiva” é cofinanciado pelo FSE+, pelo PORTUGAL 2030 e pela União Europeia.

“Os Fundos Europeus Mais Próximos de Si”

#municipioalmeida

O Cautela

Com o passaporte “O Cautela” faça compras nos Mercadores, Tabernas e Agentes Locais intra muralhas, e os prémios nunca serão demais!

#municipioalmeida

Vilar Formoso Fronteira da Paz- Memorial aos Refugiados e ao Cônsul Aristides de Sousa Mendes celebra 8 anos da sua abertura ao público

O Vilar Formoso Fronteira da Paz- Memorial aos Refugiados e ao Cônsul Aristides de Sousa Mendes localizado ao lado da estação ferroviária de Vilar Formoso, já recebeu mais de 55.000 visitantes, nomeadamente Portugueses, espanhóis, franceses, ingleses, alemães, belgas, suecos, luxemburgueses, suíços, austríacos, italianos, holandeses, polacos, brasileiros, americanos, argentinos, canadianos e israelitas, desde a sua abertura ao público, a 26 de agosto de 2017.

O público que pretende visitar este espaço tem à disposição diversos serviços turísticos (visitas guiadas em português, espanhol, francês e inglês, visitas desenhadas, passaporte “Vilar Formoso Fronteira da Paz” e o Peddy Paper “O Caminho da Liberdade e da Esperança”), que complementam e ajudam no conhecimento e interpretação dos seis núcleos expositivos: “Gente como nós”, “Início do pesadelo”, “A viagem”, “Vilar Formoso – Fronteira da Paz”, “Por terras de Portugal” e “A partida”.  

Uma visita ao Memorial fará com que conheça o espaço dedicado à passagem dos refugiados por Portugal, nomeadamente por Vilar Formoso, tradicional e importante vila fronteiriça de Portugal, durante a IIª Guerra Mundial.

Desperte a curiosidade e não deixe de conhecer o Memorial aos Refugiados e ao Cônsul Aristides de Sousa Mendes

Horário

Terça-Feira a Sexta-Feira:
09h00-12h30 | 14h00-17h30

Sábados, Domingos e Feriados: 10h00-12h30 |14h00-17h30

Dias de encerramento
Segundas-feiras; 01 novembro; 24 e 25 dezembro e 01 janeiro

Localização| Contatos

Largo da Estação

6355 Vilar Formoso

Tel. 271 149 459 (chamada rede fixa nacional)

E-mail: fronteiradapaz@cm-almeida.pt

#municipioalmeida

PROGRAMAÇÃO DO “ESPAÇO FAMÍLIA”

SÁBADO, 30 de agosto

10h30 às 12h30 | 14h30 às 18h00 – Abertura do “Espaço Família”

11h00 – Hora do conto

11h30 às 12h30 – Pintura de silhuetas em azulejos: oficina com a ceramista Raquel de Jesus

14h30 às 18h00 – Modela a tua “Alma”: oficina de massa de modelagem

15h00 às 16h00 – Pintura de silhuetas em azulejos: oficina com a ceramista Raquel de Jesus

16h30 às 18h00 – Viver e construir a “Alma”: oficina de expressão plástica com Tiago Sami Pereira

21h30 – “Histórias sem corantes”: espetáculo infantil com Tiago Sami Pereira

DOMINGO, 31 de agosto

10h30 às 12h30 | 14h30 às 18h00 – Abertura do “Espaço Família”

11h00 – Hora do conto

11h30 às 12h30 – Pintura de silhuetas em azulejos: oficina com a ceramista Raquel de Jesus

14h30 às 18h00 – Modela a tua “Alma”: oficina de massa de modelagem

14h30 às 15h30 – Pintura de silhuetas em azulejos: oficina com a ceramista Raquel de Jesus

15h30 – “O bosque encantado do Yoga”: hora do conto pelos autores Vera Ferreira e Pedro Jerónimo

16h00 às 17h00 – Viver e construir a “Alma”: oficina de expressão plástica com Tiago Sami Pereira

17h30 – “Histórias sem corantes”: espetáculo infantil com Tiago Sami Pereira

 Em permanência: Livraria Salta Folhinhas – venda de livros de literatura infantil

19.ª Volta a Portugal de Juniores em Almeida

Almeida volta a receber a Volta a Portugal de Juniores, no dia 29 de agosto, sexta-feira, através da 2.ª etapa da 19.ª edição da prova.

A 2ª Etapa da prova arranca de Trancoso pelas 12H30 e tem o final previsto pelas 15H00, em Almeida, no Largo 25 de abril.

#municipioalmeida

Celebre o Dia Mundial do Cão!

Visite o site https://croaa.cm-almeida.pt/ e conheça os animais para adoção do CROAA – Centro de Recolha Oficial de Animais de Almeida.

#municipioalmeida #CROAA

Sabias que o Museu Histórico-Militar de Almeida tem uma sala dedicada às Guerras Peninsulares?

Essa sala rememora o tempo em que a Praça-Forte perdeu o seu castelo, remetendo depois para as armas que à época defendiam o território nomeadamente a fortaleza de Almeida?

A Guerra Peninsular, decorreu na Península Ibérica, entre 1807 /1814. Portugal foi invadido pelos franceses em 3 grandes invasões.  A 3ª invasão, em 1810, entrou em Portugal pelo Nordeste, por Almeida.

Em 26 de Agosto de 1810, Almeida estava cercada sob o fogo da artilharia comandada pelo General André Massena, às 6 h da manhã iniciou o ataque à praça. Os estragos no casario e artilharia foram brutais, provocando muitos incêndios. Às 8 h da noite uma granada inimiga, caída sobre o Castelo, provocou uma explosão que arrasou a vila em mais de metade, com seus meios de defesa, pois ardeu toda a pólvora e ficou derrubada a muralha.

A brecha aberta na muralha levou então à rendição da praça. Mais tarde a praça-forte sofreria um novo ataque desta vez para voltar ao domínio Inglês.

Destacamos três detalhes importantes nesta sala:

O machado de infantaria – imagem 1:

O soldado porta-machado de infantaria, elemento da companhia de granadeiros teve aqui uma importância fulcral pois dependia dele o desbravamento de mato e corte de alguns obstáculos que pudessem entravar o movimento das tropas no terreno, uma vez que os regimentos tinham de percorrer longos quilómetros de mato sem caminhos ou acessos. Era obrigatório o uso de barba grande para todos os porta-machados.           

A baioneta (imagem 2) adaptava-se na espingarda para servir como arma branca, sendo muito importante o seu emprego no combate.

 E os reparos dos canhões com as suas grandes rodas (imagem 3).

No início da guerra peninsular a artilharia era composta por armas de bronze com calibres de 3,6,9 e 12, montadas em reparos de campanha, possuíam rodas grandes e com aros (abertas), para poderem fazer grandes percursos.                  Nesta altura temos três regimentos importantes que devemos destacar: O regimento 23 de infantaria, o regimento 4 de artilharia e o regimento 11 de cavalaria. A sua distinção é feita através das cores da gola e dos punhos, a chapa da barretina (nº regimento) e também pela cor do penacho.  

CERCO DE ALMEIDA 2025 - Promoção em destaque

– Capas dos Jornais – Correio da Manhã e Record

– Minibus em Viseu, com percursos pelo Centro Histórico, Palácio do Gelo e Feira de São Mateus

– Rede Multibanco – ATM

#municipioalmeida

INFORMAÇÃO – Incêndios | Levantamento de danos e prejuízos

O Município de Almeida informa que se encontra a efetuar o levantamento dos prejuízos ocorridos no incêndio que teve início no passado dia 20 de agosto e que afetou a freguesia de Almeida e União de freguesias de Azinhal, Peva e Valverde. 

Assim, solicitamos aos cidadãos que tenham sido afetados para comunicarem os respetivos prejuízos ao Gabinete de Proteção Civil de Almeida através do contacto telefónico 271 571 125 (Chamada para a rede fixa nacional), ou às Juntas/Uniões de freguesias, a fim de poderem beneficiar das medidas de apoio declaradas pelo Governo. 

Mais se informa que, no que respeita ao incêndio ocorrido na União de Freguesias da Miuzela e Porto de Ovelha já foram efetuados esses levantamentos, contudo se ainda existirem munícipes que não reportaram os seus prejuízos, poderão fazê-lo através deste contacto telefónico.

#municipioalmeida

Componente de Apoio à Família - CAF 2025

O Município de Almeida através da Divisão de Saúde, Ação Social, Educação, Desporto e Juventude, promove a partir do próximo dia 1 de setembro até ao início do ano letivo, um novo programa de atividades. 

Consulte a planificação AQUI

#municipioalmeida

Romances Históricos na Época Napoleónica

Os romances históricos passados na época napoleónica transportam o leitor para um período marcante da história europeia, entre o final do seculo XVIII e o início do século XIX. Este foi um tempo de grandes transformações políticas, sociais e militares, marcado pelas Guerras Napoleónicas, pela ascensão e queda de Napoleão Bonaparte e pelas mudanças profundas que afetaram o continente.

Nesse contexto os romances misturam personagens fictícios com figuras históricas reais, criando narrativas envolventes que exploram temas como a guerra, a amor, o heroísmo, a lealdade e a luta por ideias. Os autores retratam os campos de batalha, os salões aristocráticos, as intrigas políticas e o impacto das guerras na vida das pessoas comuns. Obras como “Guerra e Paz” de Tolstói, “Os Miseráveis” de Victor Hugo, “A Campanha” de Vítor Carmona, “Orgulho e Preconceito” de Jane Austen, “Vermelho e o Negro” de Stendhal, encontram-se na Biblioteca Municipal de Almeida e embora com abordagens diferentes, capturam o espírito dessa e ajudam o leitor a compreender o impacto da era napoleónica através de histórias emocionantes e humanas.

DIA DO ARTISTA | 24 de agosto

Hoje é celebrado o Dia do Artista, homenageando todos os artistas do mundo, desde o compositor, músico, bailarino, artesão, pintor, escultor, fotografo, poeta, escritor, ator, cineasta, entre muitos outros, que com a sua arte, cultivam novos sentimentos e fazem o homem fugir à sua realidade e sonhar.

O Município de Almeida agradece a todos os artistas que com o seu entusiasmo, dedicação, alegria e cor, já passaram pelo nosso território.

#municipioalmeida

Poternas (uma passagem documentada)

“Com a explosão das Minas provocadas pelos Franceses ao retirarem da Praça de Almeida, em 1811, (…) A poterna do baluarte de S. Pedro ficou intransitável. Foi feito o orçamento, para a sua recuperação, que dizia respeito a um pedaço de abóbada e que montava a 184$000, conforme declaração do coronel de engenharia, Pedro Folque, em 15 de Abril de 1813. Por ofício de 6 de Setembro de 1813, o Marechal Beresford ordenou que se continuasse tal poterna até encontrar o cano que dava saída às águas da Praça até ao fosso.

Encontrando-se, também as portas da Cruz Intransitáveis, mandou o Marechal Beresford, por ofício de 7 de Junho de 1813, que o coronel engenheiro Pedro Folque fizesse uma planta projectando a recuperação e o respectivo orçamento…”

Referência Bibliográfica:

Carvalho, Vilhena; Almeida, Subsídios para a sua História; 1988; vol.II; pp.7 e 16

AVISO de Reabertura das Termas de Almeida-Fonte Santa

Informamos que as Termas de Almeida – Fonte Santa tiveram de encerrar temporariamente devido ao recente incêndio que atingiu o nosso concelho.

A reabertura está prevista para a segunda-feira, dia 25 de agosto, caso as condições se mantenham favoráveis.

Agradecemos a compreensão de todos e esperamos recebê-los novamente em breve.

#municipioalmeida

Sabias que o Tenente-Rei da praça Francisco Bernardo da Costa e Almeida foi condenado injustamente? 

Francisco Bernardo da Costa e Almeida nasceu em 1765, na cidade de Viseu.

Com a ameaça da 3ª Invasão Francesa, foi integrado nas forças de defesa da Praça-forte de Almeida com a função de Tenente-Rei, substituindo o Governador Beresford na sua ausência.

Almeida, na manhã de 27 de Agosto estava reduzida à penúria. Entraram na Praça dois parlamentários para falar ao Governador, apresentando-lhe uma intimação de Massena para se render. Foi convocado o Conselho de Guerra para tratar da sua negociação.

O Tenente-Rei “teve o prestígio suficiente para se fazer ouvir e obedecer”, teimando em inquirir os seus oficiais. Foi resolvida a capitulação, sem que nem um nem outro precisassem de votar, assinada pelo Governador Guilherme Cox.

Da convenção da capitulação transcrevemos a seguir o texto original:

– «Acampamento defronte de Almeida, 27 de Agosto de 1810.

Ass. O Marechal, Príncipe de Essling, Comandante em chefe do Exército de Portugal –  Massena,

Aceito  –  Guilherme Cox, Governador».

Massena instalou o seu Quartel-general no Fuerte de la Concepción. O Tenente-Rei, recusando-se a servir os franceses, ficou prisioneiro.

O desastre sobre o paiol e os gravíssimos danos que a estrutura defensiva sofreu levaram os Marechais Wellington e Beresford a reconhecer “não poder a praça d’Almeida defender-se proficuamente até muito tarde (…)”; contudo, não esperavam que a capitulação fosse tão precoce. Na sequência da mesma, o Coronel Cox redigiu uma carta a Lord Liverpool, a qual esteve na origem do processo que haveria de condenar o Tenente-Rei. A carta chegou a Wellington, que a devolveu a Beresford.

Este desastre tinha de ser atribuído a alguém. Urgia ilibar o Governador Cox e encontrar um “cabeça de turco” para justificar o desaire.

O Tenente-Rei foi preso em 1810 pelo exército napoleónico na sequência da capitulação da Praça-forte de Almeida. Cerca de 30 dias depois conseguiu evadir-se, com o objetivo de se encontrar com Beresford. Ao fim de aproximadamente 3 meses chegou finalmente ao Cartaxo. No entanto, sem esperar, foi preso por ordem de Beresford.

Foi enviado para os calabouços do Castelo de São Jorge, onde ficaria cerca de um ano sem conhecer as acusações que sobre ele recaíam.

Em Outubro de 1811 foi-lhe instaurado o processo com base numa carta do Governador Cox a Lord Liverpool.

Em 1812, entre 18 e 20 de Abril decorreu o Conselho de Guerra. Apesar dos testemunhos a favor o Tenente-Rei foi condenado e a sentença lavrada a 20 Abril 1812, e confirmada a 15 de Junho por Beresford, o qual a mandou publicar a 12 de Agosto, não se baseando em traição mas por “cometer fraqueza e mostrar desanimo”, cabendo-lhe a pena de morte.

“…foi sacrificado inocente… que nunca foi traidor… nunca cobarde… e por isso infundadamente se lhe imputou a entrega de Almeida e injustamente foi condemnado contra as provas dos autos… Tem por consequência bem merecido direito a conservar illeza na posteridade a sua reputação e fama.

Viva pois na memoria dos homes, aquelle que entre os homes viver mais não pôde…”

O Tenente-Rei foi arcabuzado a 22 de Agosto de 1812.

Imagem 1: Reconstituição possível dos traços fisionómicos do Coronel Francisco Bernardo da Costa e Almeida.

Imagem 2: Execução Militar

Referência Bibliográfica: Almeida, António de Pádua da Costa e. “ Memória Analítica do Conselho de Guerra ao Coronel Francisco Bernardo da Costa e Almeida”

Museu Histórico-Militar de Almeida desafiou crianças e famílias com a atividade “8 Salas, 8 Mistérios”

O Serviço Educativo do Museu Histórico-Militar de Almeida promoveu mais uma iniciativa do projeto “O Museu não vai de Férias”, com a atividade “8 Salas, 8 Mistérios”.

Munidos de um mapa, os pequenos exploradores e famílias percorreram as diferentes salas do Museu, encontrando pistas que os ajudaram a desvendar palavras misteriosas. Em cada espaço, a atenção aos detalhes, às peças em exposição e às letras dispersas, revelou-se essencial para completar a missão.

O objetivo final foi descobrir as palavras misteriosas e, assim, conquistar um pequeno tesouro.

Para além de proporcionar momentos de diversão em família, a iniciativa teve como propósito aproximar o público jovem ao património histórico-militar, despertando a curiosidade e o espírito de investigação.

Com propostas lúdicas e educativas, o projeto “O Museu não vai de Férias” reforça o papel do Museu Histórico-Militar de Almeida enquanto espaço de encontro, descoberta e valorização da memória coletiva.

O Serviço Educativo do Museu esforça-se continuadamente por promover atividades diferenciadas, que possibilitam um novo olhar sobre o espaço museológico e aproximam o público das coleções de forma criativa e participativa. 

Para além das ações dirigidas às famílias e visitantes em geral, os grupos escolares podem solicitar o Caderno de Atividades do Serviço Educativo, escolhendo propostas pedagógicas a desenvolver com os seus alunos em contexto de visita.

Agradecemos a todos os participantes desta edição cuja presença e o entusiasmo foram essenciais para o sucesso da iniciativa. Bem-haja!

#municipioalmeida

A Moda Feminina Império de inícios do XIX – Origens e Influências

O ano de 1800 anunciou um novo século e um novo mundo. O cenário de moda estava a mudar de forma drástica e rápida em relação aos estilos da geração anterior. A Revolução Francesa derrubou a velha hierarquia mundial, alterando para sempre o modo de vestir durante a década de 1790. A peça de vestuário que despoletou esta mudança foi, curiosamente, a Chemise à la Reine, protagonizado por nada mais do que a própria rainha de França, Marie Antoinette, num retrato de 1783. Um vestido escandaloso à época pela sua informalidade, mas que rapidamente se torna popular e se generalizam na Europa no fim da centúria. O neoclassicismo torna-se em voga. O novo estilo clássico, imitando as vestes das antigas democracias, parecia ser evidência de uma filosofia política em ascensão. Os largos saiotes, os espartilhos afunilados e as sedas estampadas do século XVIII fundiram-se num vestido neoclássico que revelava o corpo natural, com cintura subida e musselinas leves e drapeadas. As mulheres elegantes procuravam conscientemente reproduzir as supostas modas da Grécia ou Roma Antigas. Tudo, desde os penteados aos xailes drapeados, evocava a antiguidade. A preeminência do branco como cor de vestuário deveu-se, em parte, à suposição incorreta retirada da estatuária clássica de que as mulheres usavam apenas branco.

No entanto, o neoclassicismo não foi a única influência na moda durante o século XIX. Notavelmente, as campanhas de Napoleão Bonaparte trouxeram inspiração de todo o mundo. Por exemplo, a sua ocupação do Egito popularizou os turbantes como trajes de noite. No final da década, a ornamentação espanhola, como mangas cortadas e o uso intenso de peles importadas da Rússia, Polónia e Prússia, foi o resultado das incursões de Napoleão nestes países. Os ornamentos góticos começaram a aparecer por volta de 1810, e também foram vistos elementos fantasiosos de vestuário pastoral. Os vestidos sofreram alterações graduais durante o século XIX, perdendo muito do volume arredondado que tinham da década anterior. Nos primeiros anos, as caudas longas eram comuns nos vestidos da moda, tanto para uso diurno como noturno, mas começaram a desaparecer gradualmente por volta de 1807. Em 1810, as saias já eram muito mais direitas, e o volume que restava na saia concentravase na parte de trás, enquanto a parte da frente era plana, caindo diretamente no chão. O aspeto mais reto e esguio da moda império também se refletia nas costas do corpete, um formato distinto de “losango”, dando um efeito de costas pequenas. Os tecidos do século XIX eram frequentemente enriquecidos com bordados. Fios brancos, coloridos e dourados eram utilizados para decorar vestidos com uma variedade de desenhos bordados. Embora o branco fosse, sem dúvida, a cor mais elegante para os vestidos, a sua manutenção era difícil e dispendiosa. Os algodões estampados mais resistentes, em várias cores, eram usados no dia-a-dia, enquanto as sedas eram comuns em ocasiões formais. Uma discussão sobre os têxteis do século XIX ficaria incompleta sem mencionar o ressurgimento da seda francesa. Em 1804, Napoleão declarou o Império, tornandose Imperador, e fez renascer o luxo e a pompa do Antigo Regime, instituindo novamente trajes luxuosos da corte. A indústria da seda foi impulsionada através de um decreto imperial determinando que apenas seda francesa deveria ser utilizada em cerimónias formais. Só as comissões imperiais salvaram a indústria da moda francesa, que tinha sido dizimada durante a Revolução. Embora Paris fosse o centro da moda feminina, os melhores algodões eram originários da Grã-Bretanha e da Índia; Napoleão proibiu o uso de algodão estrangeiro para estimular a manufatura francesa. A sua esposa, Josefina, era a mulher mais elegante da época, a líder indiscutível da moda, e negociava habilmente as contradições de uma moda que preferia a musselina simples com as exigências do traje da corte.

Antes do despoletar do estado de guerra entre nações, e mesmo após a partida da corte portuguesa para o Brasil em 1807, a realeza e nobreza portuguesa seguiam, no geral, a moda francesa, usando luxuosas sedas nos seus trajes de corte.

Apesar disto, é curioso verificar a predileção que D. Carlota Joaquina detinha pela musselina de algodão, conhecida por escolher envergar “demasiadas vezes” vestidos de musselina em ocasiões consideradas demasiado formais para corte.

Imagem 1 – WOODWARD, George Murgatroyd – The Fashions of the Day, or Time Past and Present, 1807.

Imagem 2 – LE BRUN, Élisabeth Louise Vigée – Porträt von Marie Antoinette im Musselinkleid, 1783.

Imagem 3 – GÉRARD, François – Portrait de Joséphine, 1801.

Imagem 4 – SEQUEIRA, Domingos. – Retrato de D. Carlota Joaquina, Rainha de Portugal, 1802-1806.

Referências Bibliográficas:

BYRDE, Penelope (1992) – Nineteenth Century Fashion. London: Batsford;

FOSTER, Vanda (1984) – A Visual History of Costume: The Nineteenth Century. London: BT Batsford; LE BOURHIS, Katell [ed.] (1989) – The Age of Napoleon: Costume from Revolution to Empire 1789-1815. New York: The Metropolitan Museum of Art.

💥 𝗖𝗘𝗥𝗖𝗢 𝗗𝗘 𝗔𝗟𝗠𝗘𝗜𝗗𝗔 𝟮𝟬𝟮𝟱 💥 𝗣𝗥𝗢𝗚𝗥𝗔𝗠𝗔 📝

Saiba mais em https://www.cm-almeida.pt/evento/21o-cerco-de-almeida/

Aguardamos a sua visita!

#municipioalmeida

𝗘𝗻𝗰𝗲𝗿𝗿𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗧𝗲𝗺𝗽𝗼𝗿𝗮́𝗿𝗶𝗼 𝗱𝗮𝘀 𝗧𝗲𝗿𝗺𝗮𝘀 𝗱𝗲 𝗔𝗹𝗺𝗲𝗶𝗱𝗮-𝗙𝗼𝗻𝘁𝗲 𝗦𝗮𝗻𝘁𝗮

Em virtude do incêndio que deflagrou hoje, nas Cinco Vilas, Alto do Palurdo, as Termas de Almeida-Fonte Santa por motivos de segurança e proteção civíl encontram-se encerradas até novas indicações.

#municipioalmeida

O Soldado Caçador Tillet.

“Apesar das precauções tomadas por Tillet, os soldados ingleses reconheceram e seguiram as suas pegadas (…) vendo que estava a ponto de ser descoberto meteu imediatamente na boca a ordem escrita de que era portador, e apesar da grande frialdade da água, entrou na fonte até ao pescoço (…) posteriormente, este bravo soldado foi recompensado com uma pensão e com a cruz da Legião de Honra. Sem esta ação espantosa ter-se-ia perdido a guarnição de Almeida”.

Na noite de 10 para 11 de maio de 1811, enquanto os aliados dormiam convencidos de que a rendição era iminente, os soldados franceses evacuaram silenciosamente a fortaleza, após terem minado as defesas. Deixaram explosivos em pontos estratégicos e fugiram da fortaleza pela Poterna de S. João de Deus em direção a Ciudad Rodrigo.

O plano foi ousado, mas quase perfeito. Quando os britânicos entraram na praça na manhã seguinte, encontraram as muralhas parcialmente destruídas e os franceses em fuga. Brenier perdeu apenas cerca de 300 homens já fora do território português e conseguiu reunir-se ao exército francês em Espanha, com grande honra pessoal.

Este episódio é lembrado como uma das fugas mais ousadas da história militar europeia. Visitar Almeida hoje é descobrir um palco real de cerco e fuga, onde se cruzaram engenho, coragem e estratégia. Ao longo da fortificação ainda existem marcas dos combates e das explosões. O Museu Histórico-Militar de Almeida exibe um acervo relacionado com este período histórico-militar da fortaleza de Almeida e de Portugal.        

Referências Bibliográficas:

British Battles – Battle of Fuentes de Oñoro (1811): https://www.britishbattles.com/peninsular-war/ Guingret, M. (2010). Campanhas do exército português: 1810. Livros Horizonte

Do Seminário Patriarcal ao aparecimento do Conservatório de Música de Lisboa – iniciação da disciplina de flauta

            Durante os reinados de D. José I e D. Maria I verificou-se que, apesar de terem surgido no meio musical português instrumentistas do mais alto nível europeu, estes estavam na sua maioria ao serviço da Orquestra da Real Câmara, e que nem sempre foram aproveitados os seus serviços no ensino público. Isto quer dizer que as políticas e as reformas institucionais que sustentaram o Seminário Patriarcal não contemplaram a inserção destes instrumentistas nos seus quadros, como foi o caso de Rodil. É de notar que com o acentuar da crise do regime absolutista e toda a sua política cultural, o próprio Seminário, assim como outras instituições musicais, como o caso da Escola de Santa Catarina, entrariam neste período num certo declínio. Alguns factores estiveram na origem desta situação: a importância central que ocupava a ópera italiana, as ideologias políticas do Marquês de Pombal, que causavam um permanente conflito com as ordem religiosas, e o próprio terramoto de 1755, que levaria a deixar a recuperação institucional e estrutural do Seminário para segundo plano em face da prioridade das reformas pombalinas. Perante este enquadramento, e com ordem legal de 2 de Maio de 1822, o Seminário Patriarcal recebeu ordens para encerrar as suas portas e viria a ser extinto em definitivo em 1833. Os professores deste estabelecimento foram transferidos para a nova estrutura de ensino musical, ou seja, a Aula de Música na Casa Pia, criada por decreto-lei de 28 de Dezembro de 1833. Como comenta António Vasconcelos (2002, p. 48), este núcleo constituiria o futuro Conservatório de Música de Lisboa, que viria a ser fundado por D. Maria, por decreto-lei de 5 de Maio de 1835.

             O Conservatório de Música iria ficar incorporado numa estrutura maior, isto é, fazendo parte do Conservatório Geral da Arte Dramática, tendo como seu reitor Almeida Garrett. O modelo adoptado seria o do Conservatoire National de Musique et de Declamation de Paris, que abrangia três escolas: Escola de Música, Escola de Declamação e a Escola de Dança. O Conservatório não iniciou de imediato as suas actividades, existindo apenas matrículas de alunos a partir de Dezembro de 1837. As primeiras candidaturas localizadas nos Livros de Matrículas dizem respeito ao ano lectivo de 1838/39. As disciplinas que estavam em prática eram as seguintes: Canto, Piano, Rebeca, Violoncelo, Rebecão grande, Clarinete, Oboé, Flauta, Trompa/Corn., Trombone e Rudimentos. Neste período, a disciplina de Flauta e Flautim esteve a cargo do professor Francisco Kuchenbuch, leccionou a disciplina de flauta no Seminário Patriarcal, onde terá dado entrada em 1824. Para além da cadeira de flauta, também estava sob sua responsabilidade a leccionação de outros instrumentos de sopro, entrou para o Seminário Patriarcal como Professor de Instrumentos de latão, uma designação para todos os instrumentos de bocal, nomeadamente Trompa, Clarim e Trombone”. Kuckenbuch para além de ter alunos inscritos nas aulas de Trompa/Corn e Trombone, tinha sete alunos inscritos em Flauta. É de salientar que a disciplina de flauta foi a mais concorrida, depois das tradicionais disciplinas de piano com onze alunos, sob a regência de Francisco Migone e a Rebeca com nove alunos, do professor Vicente Mazoni.

Kuckenbuch poderá não ter sido um especialista da flauta traversa; porém, o seu domínio, enquanto instrumentista de sopros, garantiu-lhe o assegurar da disciplina de flauta, até 1840.

Ainda de assinalar, a criação do conservatório para o ensino da música em Lisboa é fortemente devida ao compositor português João Domingos Bomtempo (1775-1842), que era igualmente um pedagogo de reconhecido mérito. Quando regressou a Portugal (1834), Bomtempo pôs em prática a reforma do ensino musical em Portugal, com base nos contactos que foi fazendo no estrangeiro e com a observação das respectivas reformas de ensino musical, tanto em França como na Inglaterra.

Imagens

Antigo edifício do Conservatório Nacional, hoje sede da Escola de Música do Conservatório Nacional

Salão nobre do conservatório nacional

Flauta de 1 chave – Friedrich Haupt (c.1720-c.1811), coleção privada de D. Thomas, Texas, EUA.

Flauta cônica com o sistema de Boehm (1832).

Referências Bibliográficas:

BRITO, Manuel Carlos de; CRANMER, David. Crónicas da vida musical portuguesa na primeira metade do século XIX. Lisboa: Imprensa Nacional Casa da Moeda, 1990.

FUENTE, Maria José de La. J. Domingos Bomtempo e o Conservatório de Lisboa. Lisboa: Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro, 1993.

SAGUER, João. História da Flauta e os Flautistas Célebres. Lisboa: Editora Gráfica Portuguesa, 1940.

VASCONCELOS, António. O Conservatório de Música – Professores, Organização e Políticas. Lisboa: Instituto de Inovação Educacional: Ministério da Educação, 2002. VIEIRA, Ernesto. Diccionário Biographico de Músicos Portugueses. Lisboa: Tipografia Matos, Moreira e Pinheiro, 1900. 2 v.

Aviso - Interrupção do Abastecimento de água | Miuzela

Informamos que se estão a verificar dificuldades temporárias no abastecimento de água à localidade da Miuzela, devido a constrangimentos por parte do fornecedor Águas do Vale do Tejo.

Estamos em contacto com a entidade responsável e a situação está a ser acompanhada com urgência, no sentido de se proceder à reposição do serviço o mais rapidamente possível.

Agradecemos a compreensão de todos e pedimos desculpa pelos incómodos causados.

#municipioalmeida

AVISO | CONDICIONAMENTO DE TRÂNSITO | 21º Cerco de Almeida

𝗖𝗲𝗻𝘁𝗿𝗼 𝗛𝗶𝘀𝘁𝗼́𝗿𝗶𝗰𝗼 𝗱𝗲 𝗔𝗹𝗺𝗲𝗶𝗱𝗮

Caros Residentes da Vila de Almeida,

Com a aproximação das Comemorações do 21º Cerco de Almeida, gostaríamos de informar que haverá um 𝗰𝗼𝗻𝗱𝗶𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗱𝗲 𝘁𝗿𝗮̂𝗻𝘀𝗶𝘁𝗼 𝗲𝗺 𝘃𝗮́𝗿𝗶𝗮𝘀 𝗿𝘂𝗮𝘀 𝗱𝗮 𝗻𝗼𝘀𝘀𝗮 𝘃𝗶𝗹𝗮, com vista a uma melhor participação nos eventos por parte da população e visitantes. Entendemos que estas mudanças podem causar algum transtorno e, por isso, pedimos a vossa compreensão e colaboração durante este período festivo.

Pedimos que:

Respeitem as sinalizações temporárias e as instruções dos agentes de trânsito.

Planeiem as vossas deslocações com antecedência, considerando os condicionamentos.

Utilizem, sempre que possível, meios de transporte alternativos como bicicletas ou caminhadas.

Sejam pacientes e compreensivos com os trabalhadores e organização do Cerco.

As Festas do Cerco são um momento especial para todos nós, e a colaboração de cada um é fundamental para garantir que todos possam desfrutar deste evento com segurança e tranquilidade. Agradecemos desde já a vossa colaboração e compreensão.

𝗔𝗹𝘁𝗲𝗿𝗮𝗰̧𝗼̃𝗲𝘀 𝗽𝗼𝗻𝘁𝘂𝗮𝗶𝘀 𝗱𝗲 𝗧𝗿𝗮̂𝗻𝘀𝗶𝘁𝗼

Durante a realização do evento, serão pontualmente cortadas e/ou alteradas a circulação ou sentidos de trânsito em curtos espaços de tempo, para facilidade do transporte de materiais e/ou pessoas.

𝗣𝗮𝗿𝗮 𝗼𝗯𝘁𝗲𝗻𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗮𝘀 𝗮𝘂𝘁𝗼𝗿𝗶𝘇𝗮𝗰̧𝗼̃𝗲𝘀 𝗱𝗲 𝗲𝗻𝘁𝗿𝗮𝗱𝗮 𝗲 𝘀𝗮𝗶́𝗱𝗮 𝗱𝗲𝘃𝗲𝗺 𝗱𝗶𝗿𝗶𝗴𝗶𝗿-𝘀𝗲 𝗮̀ 𝗕𝗶𝗯𝗹𝗶𝗼𝘁𝗲𝗰𝗮 𝗠𝘂𝗻𝗶𝗰𝗶𝗽𝗮𝗹 𝗠𝗮𝗿𝗶𝗮 𝗡𝗮𝘁𝗲́𝗿𝗰𝗶𝗮 𝗥𝘂𝗶𝘃𝗼 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗿𝗲𝗴𝗶𝘀𝘁𝗼 𝗲 𝘃𝗮𝗹𝗶𝗱𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼, 𝗮 𝗽𝗮𝗿𝘁𝗶𝗿 𝗱𝗼 𝗱𝗶𝗮 𝟮𝟬 𝗱𝗲 𝗮𝗴𝗼𝘀𝘁𝗼 𝗱𝗲 𝟮𝟬𝟮𝟱.

#municipioalmeida